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OFICINA debate impactos do plástico no ambiente

A OFICINA – Escola Profissional do INA recebeu a iniciativa “Ambientar-se” promovida pelo Município de Vila Nova de Famalicão (Equipa Multidisciplinar de Gestão do Parque da Devesa) e pelas associações locais ligadas à proteção do ambiente. A sessão contou com a participação de mais de 420 alunos do ensino profissional das duas escolas profissionais do Colégio da Caldinhas, a OFICINA – Escola Profissional do INA e o Instituto Nun’Alvres.

Estas sessões, que decorrem desde finais de 2015, consistem na exibição de um documentário sobre temas ambientais atuais, com debate um final. Este ano o filme escolhido foi A Plastic Oceans, 2016, de Craig Lesson. Esta sessão foi apresentada e moderada pela AREA – Associação Amigos do Rio Este, com a participação do Professor Pedro Gomes, da Universidade do Minho.

Contou ainda com a presença de representantes de outras associações parceiras do Ambientar-se: Associação Famalicão em Transição, a Associação Amigos do Rio Este, o Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave, a YUPI – Associação para o Desenvolvimento Social e Comunitário, a VENTO NORTE – Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres e o Cineclube de Joane.

OFICINA promove campanha de recolha de brinquedos e roupas usadas

Os Greeners, grupo de Eco-voluntários da OFICINA – Escola Profissional do INA, atentos à realidade socioeconómica de muitas famílias apoiadas pela Associação Dar as Mãos de Vila Nova de Famalicão, estão a promover uma campanha de recolha de brinquedos e roupas usadas em bom estado para famílias carenciadas.

De acordo com os promotores da campanha Reutiliza Solidária, esta iniciativa pretende reutilizar a alegria e o afeto de um brinquedo e o conforto de uma peça de roupa. O brinquedo que, depois do período natalício, aos olhos dos seus donos, são velhos e sem vida, pode, aos olhos da criança que o recebe, ser novo e motivo de alegria. O mesmo se pode falar do conforto de uma peça de roupa, que, estando guardada por não estar na moda, volta a dar o seu conforto àquela criança que o recebe.

A campanha prolonga-se até dia 22 de fevereiro. Os donativos devem ser colocados no recipiente disponível na secretaria da OFICINA.

OFICINA assina protocolo de colaboração com EB 2.3 Ribeirão 

A OFICINA – Escola Profissional do INA assinou mais um protocolo de colaboração, desta vez com o Agrupamento de Escolas 2.3 de Ribeirão. Esta iniciativa pretende que os alunos da escola de Ribeirão possam aprofundar conhecimentos na área do audiovisual.

A diretora do Agrupamento de Escolas de Ribeirão, Elsa Carneiro, sublinhou a importância deste acordo. “O objetivo é dar resposta às necessidades dos alunos do 9.º ano, dando-lhe acesso às áreas do vídeo bem como dar-lhes perspectivas de futuro”.

Miguel Sá Carneiro, diretor pedagógico da OFICINA, destacou a dimensão colaborativa deste novo protocolo em que os alunos da OFICINA poderão desenvolver as suas competências de audiovisual com os alunos da escola de Ribeirão. “Estas parcerias que contemplam a integração das várias áreas tecnológicas vão contribuir para um modelo pedagógico mais ativo para os alunos”.  O diretor da OFICINA salientou, ainda, que esta parceria tem como objetivo apresentar os projetos pedagógicos que a escola vai desenvolvendo, em especial o bgreen, um festival de vídeo ecológico que coloca as novas tecnologias ao serviço das causas ambientais.

O protocolo deu já os primeiros passos com o workshop Como Construir um Spot de Vídeo.

Alunos da OFICINA assistem à peça A Farsa de Inês Pereira de Gil Vicente

Tendo como mote o ditado popular, “mais vale asno que me leve que cavalo que me derrube”, A Farsa de Inês Pereira de Gil Vicente é uma clássica comédia de costumes do teatro vicentino. Nela as personagens de Inês Pereira, a Mãe de Inês, Lianor Vaz, Latão e Vidal, Pero Marques, Brás da Mata (Escudeiro), o Moço (Fernando) e o Ermitão são o mote para uma crítica ao comportamento amoral da degradante sociedade da época.

Sendo umas das obras estudadas no 10.º ano, a peça A Farsa de Inês Pereira tornou-se mais clara com a encenação levada a cabo pela Companhia de Teatro O Sonho, no Auditório de Perafita em Matosinhos. Para os alunos da OFICINA – Escola Profissional do INA, a obra de Gil Vicente é marcada pelo poder que o riso e o cómico exercem na correção e crítica dos costumes. Beatriz Ribeiro, aluna do 10.º ano do curso Técnico de Comunicação/Marketing, Relações Públicas e Publicidade, sublinhou precisamente o poder do riso. “Quando sorrimos a propósito do comportamento de Inês Pereira, opera-se dentro de nós um momento de consciencialização sobre o que deve ser e não ser o comportamento de uma pessoa. É algo curioso como isso acontece dentro de nós no preciso momento em que estamos a rir do comportamento de outra pessoa, neste caso de Inês Pereira”.

Além de assistirem à peça de teatro, os alunos do 10.º ano realizaram ainda a captação de imagens tendo como base a Natureza. O objetivo passa por criar uma exposição fotográfica para a Semana da Poesia que este ano homenageia o poeta João Luís Barreto Guimarães.

Alunos da OFICINA assistem a adaptação teatral de Os Maias

É um dos clássicos da literatura portuguesa e tem sido inúmeras vezes adaptado quer para cinema quer para teatro. Levado à cena no Centro Multimeios de Espinho, a “peça” Os Maias, baseada no romance Os Maias – Episódios da Vida Romântica de Eça de Queiroz, pretendeu ser uma breve introdução à leitura e descoberta de umas das obras-primas de Eça.

Promovida pelo grupo de Português da OFICINA – Escola Profissional do INA, esta visita de estudo teve como objetivo levar os alunos do 11.º ano a aprofundar a narrativa queirosiana. O caráter particular desta adaptação teatral passa pelo destaque que dá a acontecimentos por vezes paralelos, mas que dão uma nova vivacidade e humor ao texto de Eça.

Eduardo Abreu, aluno do 11.º ano do curso Técnico de Comunicação/Marketing, Relações Públicas e Publicidade mostrou-se surpreendido com o humor de Eça. “Quando olhamos para Os Maias, a primeira impressão é negativa, essencialmente pelo volume do texto. Depois, apercebemo-nos como Eça é irónico, cortante e mordaz com a sociedade romântica. Parece que está a dissecar a sociedade do séc. XIX”.

 

 

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