CD Aves 1 – 4 V. Setúbal – 2ª Parte de Edinho arrasa estratégia avense

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Depois da derrota amarga em Guimarães, e a paragem para as seleçoes. Mais ainda, perante um dia de inverno rigoroso, fato que chegou a colocar em causa a realização do jogo, com o Vitória de Setubal. Jogo que viria a ter inicio uma hora depois da que estava previamente marcada, ou seja, pelas 21 horas.

Todos estes argumentos não foram nada favoraveis aos comandados de José Mota, que tiveram maior dificuldade a adaptar-se ao estado do terreno, (completamente ensopado), apesar de se adinatar no marcador ainda antes do intervalo, por Fariñas, quando estavam decorridos 44 minutos de jogo.

Na segunda parte, o CD Aves nos primeiros minutos teve duas hepoteses soberanas para ampliar a vantagem, fato não veio a acontecer.

Por sua vez, o Vitória na sequencia de um lance frutuito,  devido à queda de Jorge Fellipe, depois da bola bater no poste, sobrou para Edinho que foi só encostar, e assim colocar de novo a igualdade no marcador, quando estavam decorridos 57 minutos de jogo. Edinho viria a apontar os quatro golos com que o Vitória brindou o desportivo.

A partir daqui, o CD Aves quase desapareceu do jogo, apesar das alterações feitas por José Mota, que pouco ou nada de positivo vieram trazer à equipa.

Por sua vez, os forasteiros a quem tudo saia bem, caminhavam para uma surpreendente e esmagadora vitória por 1 – 4.

Este resultado negativo, veio complicar um pouco as contas aos avenses, apesar de terem um calendário favorável, comparativamente aos seus mais diretos adversários. Apenas têm de fazer um pouco mais, pois, a partir da deslocação ao dragão na próxima jornada, os comandados de José Mota têm um calendário mais fácil comparativamente com a concorrência. Esta foi apenas a derrota de uma batalha, a guerra apenas termina em meados de maio, aí sim, serão feitas as contas finais e decisivas.

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