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Desporto
AFS 2 - 2 Vizela - Equipas anularam-se uma em cada parte!
O AFS depois da derrota em Leiria, que interrompeu o ciclo vitorioso avense, à qual também se juntou a chegada do novo técnico, Jorge Silas.
Ao fim da tarde de sexta feira, os comandados de Jorge Silas, tinham no seu reduto, um difícil embate perante o vizinho Vizela, jogo que se adivinhava de motivação extra para o AFS, fato que não veio a acontecer, pois, logo no terceiro minuto do jogo, os de Vizela chegavam ao golo, colocando-se na frente do marcador por Manu Garrido, tendo apanhando a defesa da casa descompensada.
Depois do golo madrugador, o AFS nunca mais se encontrou, acusando de que maneira o golo sofrido. Enquanto os da casa não colocavam em prática o seu futebol, por sua vez os forasteiros, assumiam as despesas da partida, dominando completamente o adversário, que se tornava incapaz de criar mossa ao último reduto de Vizela.
Uma desgraça nunca vem só, e à passagem do minuto 31, Fortuné, ampliava a vantagem para o Vizela. A perder por 0 – 2, os da casa eram uma autêntica manta de retalhos, rezando para que o intervalo chegasse, até que tal aconteceu, levando o Vizela a vencer por 0 – 2 na Vila das Aves, perante um AFS irreconhecível.
Na segunda parte, os comandados de Jorge Silas depois do sermão do treinador no balneário, apareceram completamente transfigurados, e o resultado da nova dinâmica não demorou, aumentado de forma decisiva as situações de perigo junto da baliza Vizelense, até que aos 66 minutos, André Sousa reduzia a desvantagem para 1 – 2.
O Vizela era paticamente uma nulidade, comparativamente com a equipa da primeira parte. Por sua vez, os da casa galvanizados mantinham a toada, e o golo do empate viria a acontecer quando estavam decorridos 84 minutos, por Guilherme Neiva 2 – 2.
Até ao apito para final, o AFS manteve a dinâmica ofensiva e o golo que daria a vitória (injusta) aos da casa, esteve várias vezes iminente, mas a igualdade manteve-se até ao apito final.
O arbitro esteve bem, num jogo em que a igualdade é o resultado justo. Foto afs
Ao fim da tarde de sexta feira, os comandados de Jorge Silas, tinham no seu reduto, um difícil embate perante o vizinho Vizela, jogo que se adivinhava de motivação extra para o AFS, fato que não veio a acontecer, pois, logo no terceiro minuto do jogo, os de Vizela chegavam ao golo, colocando-se na frente do marcador por Manu Garrido, tendo apanhando a defesa da casa descompensada.
Depois do golo madrugador, o AFS nunca mais se encontrou, acusando de que maneira o golo sofrido. Enquanto os da casa não colocavam em prática o seu futebol, por sua vez os forasteiros, assumiam as despesas da partida, dominando completamente o adversário, que se tornava incapaz de criar mossa ao último reduto de Vizela.
Uma desgraça nunca vem só, e à passagem do minuto 31, Fortuné, ampliava a vantagem para o Vizela. A perder por 0 – 2, os da casa eram uma autêntica manta de retalhos, rezando para que o intervalo chegasse, até que tal aconteceu, levando o Vizela a vencer por 0 – 2 na Vila das Aves, perante um AFS irreconhecível.
Na segunda parte, os comandados de Jorge Silas depois do sermão do treinador no balneário, apareceram completamente transfigurados, e o resultado da nova dinâmica não demorou, aumentado de forma decisiva as situações de perigo junto da baliza Vizelense, até que aos 66 minutos, André Sousa reduzia a desvantagem para 1 – 2.
O Vizela era paticamente uma nulidade, comparativamente com a equipa da primeira parte. Por sua vez, os da casa galvanizados mantinham a toada, e o golo do empate viria a acontecer quando estavam decorridos 84 minutos, por Guilherme Neiva 2 – 2.
Até ao apito para final, o AFS manteve a dinâmica ofensiva e o golo que daria a vitória (injusta) aos da casa, esteve várias vezes iminente, mas a igualdade manteve-se até ao apito final.
O arbitro esteve bem, num jogo em que a igualdade é o resultado justo. Foto afs