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Desporto
Braga B 3 - 2 Tirsense
Braga B 3 - 2 Tirsense
Com o campo inclinado era difícil fazer melhor!
Os comandados de Marco Louçano, depois de um longo interregno de competição, apesar da eliminatória da Taça, na qual o Tirsense vendeu cara a sua eliminação da prova.
O Tirsense entrou muito bem no Estádio Amélia Morais, perante uma equipa dotada de qualidade técnica como é o Braga B, impondo também a sua raça, neste jogo que se previa de grau de dificuldade elevado. Os da casa apenas na sequência de penalti viria a desamarrar a partida, quando estavam decorridos 21 minutos, Filinto Costa chamado a marcar não falhou e colocou os da casa na frente do marcador – 1 – 0.
Os jesuítas acusaram um pouco o golo sofrido, tendo o Braga B aproveitando um pouco de desnorte dos forasteiros para ampliar o placar para 2 – 0.
Apesar da vantagem dos da casa, com o andamento da partida, os Jesuítas desinibiram-se e voltaram ao jogo, colocando em perigo o último reduto do Braga B, fato que viria a confirmar-se, na reta final para intervalo, o Tirsense reduziu a desvantagem para 2 - 1, resultado que levou as equipas para descanso.
Na segunda parte, a palestra de Marco Louçano viria a resultar, pois o Tirsense, de forma algo surpreendente recolocou uma igualdade no marcador 2 – 2, por intermédio de Pedro Silva.
Quando o jogo estava equilibrado, e se adivinhava uma igualdade no resultado final, de novo um penalti para os da casa viria a desbloquear um resultado 2 – 2, que se adequava mais ao jogo desta tarde, Nuno Patrício apontou o penalti que colocou de novo o Braga B na frente do marcador. 3 – 2.
Podemos dizer que o arbitro teve alguma dualidade de critério, claramente em prejuízo dos de Santo Tirso, fato que teve importância vital no desfecho final do jogo. Foto fct
Com o campo inclinado era difícil fazer melhor!
Os comandados de Marco Louçano, depois de um longo interregno de competição, apesar da eliminatória da Taça, na qual o Tirsense vendeu cara a sua eliminação da prova.
O Tirsense entrou muito bem no Estádio Amélia Morais, perante uma equipa dotada de qualidade técnica como é o Braga B, impondo também a sua raça, neste jogo que se previa de grau de dificuldade elevado. Os da casa apenas na sequência de penalti viria a desamarrar a partida, quando estavam decorridos 21 minutos, Filinto Costa chamado a marcar não falhou e colocou os da casa na frente do marcador – 1 – 0.
Os jesuítas acusaram um pouco o golo sofrido, tendo o Braga B aproveitando um pouco de desnorte dos forasteiros para ampliar o placar para 2 – 0.
Apesar da vantagem dos da casa, com o andamento da partida, os Jesuítas desinibiram-se e voltaram ao jogo, colocando em perigo o último reduto do Braga B, fato que viria a confirmar-se, na reta final para intervalo, o Tirsense reduziu a desvantagem para 2 - 1, resultado que levou as equipas para descanso.
Na segunda parte, a palestra de Marco Louçano viria a resultar, pois o Tirsense, de forma algo surpreendente recolocou uma igualdade no marcador 2 – 2, por intermédio de Pedro Silva.
Quando o jogo estava equilibrado, e se adivinhava uma igualdade no resultado final, de novo um penalti para os da casa viria a desbloquear um resultado 2 – 2, que se adequava mais ao jogo desta tarde, Nuno Patrício apontou o penalti que colocou de novo o Braga B na frente do marcador. 3 – 2.
Podemos dizer que o arbitro teve alguma dualidade de critério, claramente em prejuízo dos de Santo Tirso, fato que teve importância vital no desfecho final do jogo. Foto fct