Orçamento municipal com o maior investimento público de sempre!

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A Câmara Municipal de Santo Tirso aprovou, esta quinta-feira, o Orçamento Municipal para 2026, no montante global de 81 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre. Alinhado com uma estratégia de continuidade e de rigor financeiro, o Orçamento reafirma o compromisso municipal com o investimento público, o reforço do apoio às famílias e às empresas, e a criação de condições favoráveis ao desenvolvimento económico e social do concelho.

O presidente da Câmara Municipal, Alberto Costa, destaca que, “apesar de estamos a iniciar um novo ciclo autárquico, as linhas estratégicas do compromisso assumido para com a população de Santo Tirso nasceram em 2021, quando apresentámos um projeto a médio e longo prazo, renovado no último dia 12 de outubro”.

Neste contexto, Alberto Costa sublinha que, para 2026, importa “continuar a avançar, fiéis a uma matriz que tem como marca o investimento público, o apoio às famílias e às empresas, a aposta nas freguesias, a criação de riqueza e de postos de trabalho, e os incentivos dirigidos ao nosso tecido desportivo, cultural e social”.

O Orçamento Municipal para 2026 apresenta um acréscimo de 3 milhões de euros face ao ano anterior, sendo, assim, de 81,2 milhões de euros. Este crescimento resulta, conforme explica o presidente, do “aumento das transferências do Orçamento do Estado (por não estar ainda aprovado o do ano de 2026, à data da elaboração do documento, é tido em conta o de 2025), do reforço do Plano Plurianual de Investimentos, e do aumento da comparticipação por via dos fundos comunitários”.

O autarca assinala que o próximo ano será particularmente exigente, uma vez que implica a execução de “verbas provenientes de fundos comunitários, que sobem 23% em relação a 2025, para 18,9 milhões de euros, destinados a financiar um conjunto de obras e projetos previstos no Plano Plurianual de Investimentos”.

Pelo segundo ano consecutivo, o Município mantém o pacote fiscal mais baixo da história do concelho. Em linha com a orientação política definida já em 2024, o orçamento integra os efeitos da redução do IMI, do IMT e da Derrama. Esta diminuição da carga fiscal representa uma quebra de receita estimada em 3,5 milhões de euros, garantindo, porém, um impacto positivo no rendimento disponível das famílias e no apoio ao tecido empresarial.

As freguesias voltam a beneficiar de um nível histórico de transferências, totalizando 4,1 milhões de euros, assegurando meios reforçados para a resposta às necessidades e prioridades locais. Do mesmo modo, as IPSS e as associações culturais, recreativas e desportivas recebem o maior apoio de sempre, 4,2 milhões de euros, traduzindo um acréscimo de 686 mil euros relativamente ao ano anterior.

Sublinhando que “o orçamento não é a soma das verbas, de rubricas ou regras contabilísticas”, Alberto Costa reafirma o compromisso político assumido perante a população: “vamos continuar a avançar com o nosso projeto e dar resposta aos desafios que temos pela frente, no próximo ano e seguintes”.

As prioridades políticas para o mandato estão materializadas neste orçamento, que prevê fortes investimentos em áreas estratégicas como a Juventude, a Cultura, a Saúde, a Coesão Social, o emprego ou o plano infraestrutural a executar no próximo ano e seguintes.

O presidente conclui destacando que se trata de “um orçamento que cuida das pessoas, dos mais vulneráveis à classe média, com programas e políticas, em especial por via da manutenção dos impostos em taxas mínimas, como é o caso do IMI”.

Acrescenta ainda que este “é um orçamento que consolida a profunda transformação do espaço público, com os projetos de reabilitação urbana e da rede viária municipal, pensados a partir de objetivos estratégicos de mobilidade suave e de combate às alterações climáticas”.

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