V N Famalicão com maior expressão nas exportações

0

Os primeiros indicadores relativamente às exportações das empresas famalicenses apontam para uma excelente notícia: Vila Nova de Famalicão vai reforçar o volume total de vendas para o exterior, com previsões de 1,9 mil milhões de euros, impondo-se ainda mais como terceiro concelho mais exportador de Portugal.

A revelação foi avançada pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na conferência “Des(a)fiar o Tempo da Indústria: Poderes e Território”, que decorreu ao longo deste sábado, 24 de setembro, no CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário, e que contou com a presença do Ministro da Economia. Caldeira Cabral foi também ele porta-voz de novidades, anunciando que o Governo vai reforçar, ainda este ano, os apoios aos centros tecnológicos do país.

No caso das exportações famalicenses, em causa está um incremento de 8% em 2015 face a 2014, novamente superior à média nacional, atestando ainda a tendência de crescimento verificada já desde 2012. “É um salto enorme”, expressou Paulo Cunha, salientando que Vila Nova de Famalicão “é assim, pela sua vocação exportadora, um contribuinte líquido, genuíno e construtivo do país”.

Aproveitando a presença de Caldeira Cabral, o autarca deixou ainda, na intervenção de abertura desta conferência, uma referência ao Centro de Competências do Agroalimentar para o Sector das Carnes. Paulo Cunha reafirmou a ambição do município por este projeto que classifica como de dimensão nacional e vocação internacional. “Senhor Ministro, é um centro de competências de nova geração, que tem como missão potenciar o aumento da competitividade e a inovação das empresas da fileira, aproveitando a forte capacidade instalada, sem precisar de uma infraestrutura física”, lembrou.

A propósito, o governante, no anúncio ao reforço dos apoios aos centros tecnológicos, disse esperar que também o centro de competências do agroalimentar “possa beneficiar deste programa”.

Caldeira Cabral deixou um elogio à dinâmica empresarial e industrial do concelho que considerou servir de “exemplo para o país”. “Um bom exemplo de indústria moderna, diversificação, investimento direto estrangeiro e de acolhimento de investimento direto português”, retratou, enaltecendo ainda o papel da Câmara Municipal no apoio às empresas e aos industriais.

 

 

 

Share.

Leave A Reply