” Que se passa na América?”

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Por: Edgar Ferreira (Treinador)

Quando tudo começa num empate, contra uma seleção que está no 45* Lugar do ranking da FIFA, logo as vozes se levantaram a criticar, onde até um simples relaxamento na praia, foi motivo de controvérsia.
Mas o que interessa mesmo, é o aspeto geral da seleção que deu esperança a todos os portugueses, desde o momento em que começou a caminhada do apuramento para o Mundial 2026.

A questão não é apenas e só a utilização excessiva de Ronaldo, ou também, será ainda o valor do adversário, ou do nosso selecionador “do qual não concordo com a sua contratação”, o mínimo que poderemos avaliar será perceber que, tanto potencial também tem o reverso da medalha, ou seja, atletas a jogarem uma época inteira a  altíssimo nível, alguns com demasiados jogos nas pernas e com intensa pressão, jornada a jornada, alguns com 2 e 3 jogos em 8 dias.

Tentar perceber como gerir o aspeto físico, mas também anímico/psicológico, no sentido de motivar a mente para que as pernas não sintam o desgaste a que foram submetidos.
No jogo que abriu o torneio, contra o Congo, a seleção foi aplicada, mas parecia um pouco apática, onde o golo madrugador, deveria ter servido para dar mais e maior confiança, para acelerar processos e índices de confiança, mas não, pareceu ser um travão há própria equipa.

Como sempre, é simples criticar o mais fácil, ou seja, as escolhas e opções do treinador em cada momento, desde o onze inicial, ás substituições.
Pois, isso todos sabemos fazer sentados numa mesa do café, ou no sofá de casa.

Vamos aguardar pelo jogo com o Uzbequistão, para perceber a resposta dos que estão com as quinas ao peito, a representar uma nação valente e imortal.
Se analisar com atenção a realidade deste torneio, percebemos o quanto pode ser surpreendente este Mundial, sendo um pouco incaracterístico batendo de frente com as alterações ao futebol que tanto gostamos.

Até Terça Feira Portugal, que os fait divers não nos façam desperdiçar mais pontos, ou subestimar os adversários, muito menos, façam desacreditar nos nossos rapazes”.

 

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